Dia de as rivalidades se acenderem
(FIFA.com) Segunda-feira 16 de maio de 2011
O domingo foi daqueles dias para fazer rivalidades regionais Brasil afora ganharem ainda mais intensidade. Afinal, eram clássicos para todo lado, e todos eles com a taça estadual em jogo, nas partidas de volta das decisões. E ficou claro que abrir vantagem no primeiro confronto não é garantia nenhuma de vitória no final.Que o digam, sobretudo, o Atlético Mineiro e o Grêmio. Os dois venceram seus jogos da semana passada e, neste domingo, sofreram golpes doloridos ao perder o titulo para seus arquirrivais.
“Esta é uma resposta para nossa saída prematura de uma competição que esperávamos tanto. A gente saiu daquela maneira e quero pedir desculpas pela expulsão naquela partida”, disse o meia Roger, referindo-se à derrota para o Once Caldas em que levou um cartão vermelho ainda no primeiro tempo.
Mais uma comemoração que teve um quê de desabafo pela eliminação na Copa Libertadores – para o Peñarol, em casa - e até pela derrota na semifinal da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2010, para o TP Mazembe. “O nosso time foi hostilizado toda a semana. Todo mundo disse que a gente não tinha condição. Que a gente não tinha garra, que era velho. A prova está aí”, disse Nei. “É um título especial para os jogadores. Eles passaram a semana apanhando”, completou o recém-chegado técnico Paulo Roberto Falcão.
“Sinceramente, o Corinthians não teve chances. Se teve alguém que mereceu ganhar esse jogo, foi o Santos”, disse o treinador. “Mas agora não dá tempo de comemorar muito, não, porque quarta-feira já vem outra batalha”, advertiu o técnico, referindo-se à partida de volta diante do Once Caldas, pelas quartas de final da Libertadores.
E o que mais?
O Campeonato Baiano já teve uma final surpreendente ao reunir o Vitória diante do Bahia de Feira de Santana – e não de seu rival homônimo da capital. Mas a surpresa terminou de se concretizar quando, mesmo jogando pelo empate, o rubro-negro perdeu por 2 a 1 e foi impedido de conquistar o pentacampeonato.
O Santa Cruz, sim, soube aproveitar sua vantagem na decisão do Campeonato Pernambucano: podia perder por até um gol diante do Sport no estádio do Arruda lotado, e foi exatamente o que aconteceu: um gol de pênalti de Marcelinho Paraíba nos acréscimos do segundo tempo deu a inócua vitória por 1 a 0 para o rubro-negro.
No Goiano, a melhor campanha da primeira fase acabou valendo o título para o Atlético Goianiense, que empatou em 1 a 1 com o Goiás pela segunda vez consecutiva e, com os resultados, assegurou o bicampeonato estadual.
Finalmente, em Santa Catarina, foi um gol contra do zagueiro Carlinhos Santos, do Criciúma, que definiu o estadual a favor da Chapecoense – o quarto de sua história.







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