A classificação do Barcelona à final da Liga dos Campeões mais uma vez foi manchete mundo afora. No Brasil, a noite trágica dos times brasileiros na Libertadores também ecoou forte, assim como a impiedosa goleada do Coritiba sobre o Palmeiras. Confira um resumo da semana do FIFA.com através das frases mais marcantes:
“Esta era a 'Missão Impossível 4'. Sabíamos que eles iam passar”, Cristiano Ronaldo, sobre o jogo de volta da semifinal da Liga dos Campeões contra o Barcelona.
"O que eles fizeram não tem nome, estou muito orgulhoso de todos. Ganhamos a primeira (Copa da Europa) no velho Wembley e agora vamos tentar ganhar a quarta", Pep Guardiola, sobre o avanço de seu Barcelona à decisão continental.
“Ele já era uma espécie de técnico nos tempos de jogador, com um espírito de liderança natural e uma inteligência enorme para o futebol. Ele já era assim com 24 ou 25 anos, com uma habilidade natural para a profissão”, Frank de Boer, falando sobre seu ex-companheiro Pep Guardiola, em entrevista ao FIFA.com.
“O Coritiba fez uma partida fantástica, goleou quando quis. Com esse 6 a 0, eles mostraram que são bem melhores do que nós. Não são só melhores, mas bem melhores”, Luiz Felipe Scolari, técnico do Palmeiras, decepcionado após a goleada sofrida para o Coritiba nas quartas de final da Copa do Brasil.
“Acho que comigo e o Deola juntos no gol hoje talvez o Coritiba fizesse três. Se soubesse que seria assim, eu teria pedido para não jogar. Se eles quisessem, podiam ter feito até mais", Marcos, goleiro do Palmeiras, reagindo com humor sobre a derrota.
“A nossa linha de raciocínio para o início do ano era clara: ganhar o Paranaense. Já para a Copa do Brasil e Brasileirão tínhamos a ideia de fortalecer o clube a longo prazo. Mas as coisas mudam, vamos criando sonhos. A partir de agora, a Copa do Brasil é o foco maior”, Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba, em entrevista ao FIFA.com.
“Antes da chegada do Muricy, o time ia para o ataque e demorava para se recompor. Agora, não deixamos a defesa exposta porque todos participam da marcação. Agora aprendemos como se deve jogar a Libertadores”, Rafael, goleiro do Santos, sobre a evolução tática do time
“É difícil falar, porque esta é uma competição em que a equipe mostrava toda a sua qualidade. Hoje ficou claro que nenhum dos nossos jogadores esteve bem na partida”, Gilberto, lamentando a derrota para o Once Caldas e a eliminação da Copa Libertadores.
“Perdemos o jogo em trinta segundos. Não aconteceu nada, eles simplesmente fizeram dois gols”, Pablo Guiñazu, também lamentando a eliminação na Libertadores, na derrota do Internacional para o Peñarol.
“Ele chorou depois dos exames, comoveu todo mundo. Ele queria muito jogar, mas não tinha condições. Torcemos por ele e estaremos esperando”, Paulo César Carpegiani, técnico do São Paulo, triste pela condição física ainda frágil de Luis Fabiano.
“Nas categorias de base, antes de ir para o Guarani, sempre joguei como atacante. Lá em Campinas, com cerca de 16 anos, me colocaram como quarto zagueiro. Mais tarde, voltei para o ataque e não houve um jogo, nem uma situação especial, que me fizesse voltar para a defesa”, Edu, atacante do Schalke 04, falando sobre suas mudanças de posição na carreira ao FIFA.com.
“Iniesta tem cola nos pés! Pés de velcro!”, Rio Ferdinand, do Manchester United, impressionado pela habilidade do espanhol em um comentário via Twitter.
“O Kun é ótimo jogador, um desses que eu pagaria um ingresso só para vê-lo. Mas sou um torcedor do Real Madrid desde criança e não poderia nunca mudar isso”, Rafael Nadal, falando sobre o “inimigo” de seu time, o argentino Sergio Agüero.