Como já se esperava desde que a Federação Italiana de Futebol publicou
em seu site oficial, no último domingo, que havia chegado a um acordo
com os atletas, acabou a greve dos jogadores que impedia o início da
temporada 2011/12. Nesta segunda-feira, a Associação de Jogadores
Italianos (AIC) anunciou oficialmente o fim da paralisação. A entidade
assinou um novo acordo coletivo provisório com a Liga de Futebol da
Itália válido até junho do ano que vem.
Com o acordo, o Campeonato Italiano tem início confirmado para a próxima sexta-feira com o duelo entre o Milan, atual campeão, e a Lazio.
“Chegamos a um bom termo nessa negociação, e os atletas vão entrar em campo”, comemorou o presidente da AIC, Damiano Tommasi.
A greve geral dos jogadores italianos impediu a realização da primeira rodada do campeonato, no dia 27 de agosto, e foi convocada por conta das discussões sobre o chamado “imposto de solidariedade”, incluído no último plano de ajuste aprovado pelo governo do premiê Silvio Berlusconi, também presidente de honra do Milan.
Pelo plano, haveria taxas de 5% adicionais às rendas anuais que superem os 90 mil euros (R$ 207 mil) e de 10% àquelas que excedam 150 mil euros (R$ 346 mil). Os atletas apoiavam as taxas, mas exigiam que não fossem os únicos na Itália a contribuir com o imposto e pediam que a lei fosse alterada.
Outra reivindicação do grupo de jogadores era de que os clubes aceitassem preservar atletas em fim de contrato, evitando transferências contra a vontade dos profissionais e os mantendo treinando com o restante do grupo.
Com o acordo, o Campeonato Italiano tem início confirmado para a próxima sexta-feira com o duelo entre o Milan, atual campeão, e a Lazio.
“Chegamos a um bom termo nessa negociação, e os atletas vão entrar em campo”, comemorou o presidente da AIC, Damiano Tommasi.
A greve geral dos jogadores italianos impediu a realização da primeira rodada do campeonato, no dia 27 de agosto, e foi convocada por conta das discussões sobre o chamado “imposto de solidariedade”, incluído no último plano de ajuste aprovado pelo governo do premiê Silvio Berlusconi, também presidente de honra do Milan.
Pelo plano, haveria taxas de 5% adicionais às rendas anuais que superem os 90 mil euros (R$ 207 mil) e de 10% àquelas que excedam 150 mil euros (R$ 346 mil). Os atletas apoiavam as taxas, mas exigiam que não fossem os únicos na Itália a contribuir com o imposto e pediam que a lei fosse alterada.
Outra reivindicação do grupo de jogadores era de que os clubes aceitassem preservar atletas em fim de contrato, evitando transferências contra a vontade dos profissionais e os mantendo treinando com o restante do grupo.








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